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Ensaios em Hottes Químicas

Os ensaios de verificação de Hotte Química, são de extrema importância, pois permitem assegurar a proteção dos operadores que trabalham com este tipo de equipamento, pelo que devem ser realizados pelo menos anualmente. Estes ensaios verificam se o equipamento funciona de acordo com as especificações definidas pelo fabricante, não tendo como objetivo, determinar se o tipo de equipamento é adequado ao tipo de trabalho que está a ser realizado.

Para que os ensaios sejam realizados dentro da normalidade, não devem existir equipamentos ou outros materiais na zona de ensaio e as janelas e portas da sala devem estar fechadas.

Os ensaios são comuns a todos os tipos e marcas, e incluem:

- Verificações iniciais

- Teste ao vidro frontal

- Medição da velocidade do ar

- Medição da velocidade do ar na extração

- Medição da perda de pressão

- Medição da intensidade luminosa

- Medição do nível sonoro

O conjunto de ensaios anteriormente mencionados, são parcialmente facultativos, podendo o cliente, em função das características estruturais do equipamento, realizar apenas uma parte dos mesmos.

Os equipamentos de referência, usados nesses ensaios, são calibrados por um laboratório acreditado, garantindo a rastreabilidade aos padrões nacionais ou internacionais adequados.

   Verificações Iniciais

As verificações iniciais consistem em medir a temperatura e verificar o correto funcionamento da iluminação fluorescente e do ventilador.

   Ensaio ao Vidro Frontal

Este ensaio consiste na verificação do vidro frontal, se está a funcionar corretamente e se continua a assegurar a segurança definida pelo fabricante e pela norma em vigor. É feita uma inspeção visual, de modo a se verificar se a proteção contra “salpicos” do vidro, está conforme.

Também o bloqueio do vidro frontal e os alarmes visuais e sonoros devem ser inspecionados visualmente, durante o funcionamento do vidro, de modo a verificar se operam de acordo com o estabelecido na norma em vigor.

   Ensaio da Velocidade do Ar

O objetivo deste ensaio é a medição da velocidade do ar no plano interior de medições, com o auxílio de um Anemómetro.

O número de leituras é proporcional ao tamanho da área de entrada de ar.

A sonda do Anemómetro é colocada em cada ponto da grelha de medições definidas, perpendicularmente ao plano interior de medições.

A norma que estabelece este procedimento não define nenhum valor limite. Assim, o valor a considerar, como critério de aceitação deste ensaio, é o estabelecido pelo fabricante ou, se assim se entender, o pretendido pelo cliente/operador.

   Ensaio do Caudal de Ar na Extração

O objetivo deste ensaio é a medição do caudal de ar extraído pela conduta de ligação da Hotte ao exterior da sala, com o auxílio de um Micromanómetro e tubo de Pitot ou Medidor de Caudal.

Quando se utiliza um tubo de Pitot ligado a um Micromanómetro ou Medidor de Caudal, este é colocado na conduta para medição do valor da velocidade do ar. São realizadas várias leituras.

O número mínimo de leituras é proporcional à área de entrada de ar.

A norma que estabelece este procedimento não define nenhum valor limite. Assim, o valor a considerar, como critério de aceitação deste ensaio, é o estabelecido pelo fabricante ou, se assim se entender, o pretendido pelo cliente/operador.

   Ensaio da Perda de Pressão

Este ensaio tem como objetivo a medição da perda de pressão na Hotte com o auxílio de um Micromanómetro.

Após estabilização do fluxo de ar, mede-se a pressão, tomando como perda de pressão a diferença entre o valor inicial medido e o final, ao fim do tempo estipulado.

Se a Hotte estiver equipada com uma válvula de pressão, a pressão é medida nesse ponto.

A norma que estabelece este procedimento não define nenhum valor limite aceitável. Assim, o valor a considerar, como critério de aceitação deste ensaio, é o estabelecido pelo fabricante ou, se assim se entender, o pretendido pelo cliente/operador.

   Ensaio da Intensidade Luminosa

Este ensaio permite medir a intensidade luminosa na superfície de trabalho da Hotte, com o auxílio de um Luxímetro. Este ensaio tem como objetivo aferir o eventual impacto negativo para o operador.

A norma que estabelece este procedimento não define nenhum valor limite aceitável. Assim, o valor a considerar, como critério de aceitação deste ensaio, é o estabelecido pelo fabricante ou, se assim se entender, o pretendido pelo cliente/operador.

   Ensaio do Nível Sonoro

O objetivo deste ensaio é medir o nível sonoro provocado pela Hotte e consequentemente o nível presente na sala. Para a sua realização é necessário a utilização de um Sonómetro que é calibrado no local, antes e depois de cada medição, com o Calibrador Acústico.

As medições do nível sonoro da Hotte são feitas sucessivamente com a câmara em funcionamento e parada, num ponto situado à frente da Hotte e acima do plano da superfície de trabalho, alinhado em linha vertical com o centro da Hotte.

Como critério de aceitação deste ensaio o valor a considerar é o estabelecido pelo fabricante ou, se assim se entender, o pretendido pelo cliente/operador.

   RELATÓRIO FINAL

Após a realização de todos os ensaios, por um técnico qualificado da INTERFACE, é emitido um relatório relativamente à Hotte ensaiada, que refere os valores obtidos bem como se se encontram dentro dos limites definidos pelos documentos normativos, que suportam os ensaios efetuados. Este relatório final tem a supervisão do responsável da qualidade.

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